Recordas, porque inventas.
Manuel Gusmão

Bruno Alexandre (n. 1977, Lisboa). Licenciado em Dança pela Escola Superior de Dança e Licenciado em Direito pela Universidade Autónoma de Lisboa. Mestre em Artes Cénicas pela FCSH. Pós-graduação em Gestão Cultural e Sustentabilidade pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.

Director artístico do Festival Interferências, um festival de apoio à criação da Companhia Olga Roriz, desde 2019.

 Como coreógrafo criou o solo “Cinemateca” (2015) que teve a sua estreia no Festival Cumplicidades, “Cavalos Selvagens” (2018) estreado na Culturgest, “A Caminhada” (2019) uma co-produção do LU.CA, “Danças Precárias” (2021) projecto vencedor da bolsa de criação para artistas emergentes apoiada pela Fundação La Caixa/Espaço do Tempo e da bolsa para primeiras obras apoiada pela Casa da Dança, “Cabeça Coração” (2024) apresentado no Festival Temps D´Images e “Notas para Imaginar Estranhos Mundos” (2025) com Maria Gil e João Miller Guerra, apresentado na Fábrica das Artes/CCB. Criou também o espectáculo “Avalanche” para a Companhia Jovem de Dança de Ílhavo (2022).

Criou para Televisão (RTP Palco) a coreografia da curta-metragem “Vulcão” estreada em 2022.

Trabalhou na Companhia Olga Roriz como bailarino e assistente de criação, entre 2007 e 2020. Trabalhou também como intérprete com Tiago Rodrigues, Filipa Francisco e Susana Vidal. Foi ainda intérprete e criador dos espectáculos “Lugar Vagon”, premiado pelo Clube Português de Artes e Ideias, apresentado no festival Citemor e de “Aguada” ambos em colaboração com Pedro Santiago Cal e Mafalda Saloio.

No Cinema participou como performer em “Cidade Rabat” de Susana Nobre e em “Mariphasa” de Sandro Aguilar.

Como professor, leccionou aulas regulares e Workshops de Improvisação e Composição na ESD (Escola Superior de Dança), ETIC, CMJ (Conservatório de Música da Jobra), Ginasiano Escola de Dança, F.O.R (Formação Olga Roriz), Escola de Artes do Alentejo Litoral (Sines) e Festival Sidance (Seul).